70% dos consumidores apenas querem marcas que entendam as suas necessidades

A velha máxima ‘o cliente tem sempre razão’ continua na ordem do dia. A prová-lo estão as conclusões do estudo da ConsumerChoice que avaliou a relação entre os consumidores e os profissionais de marketing. O estudo conclui que “70% dos consumidores admite ter uma alta propensão a comprar apenas marcas que sejam capazes de compreender…
ebenhack/AP
Um estudo da ConsumerChoice conclui que sete em cada dez consumidores preferem comprar marcas que atendem às suas necessidades e 53% diz que as marcas são acessíveis para resolver problemas.
Economia

A velha máxima ‘o cliente tem sempre razão’ continua na ordem do dia. A prová-lo estão as conclusões do estudo da ConsumerChoice que avaliou a relação entre os consumidores e os profissionais de marketing. O estudo conclui que “70% dos consumidores admite ter uma alta propensão a comprar apenas marcas que sejam capazes de compreender as suas necessidades”. No entanto, o mesmo relatório salienta que “apenas 53% acredita que as marcas são acessíveis e estão disponíveis para responder a perguntas ou resolver problemas. Contudo, 61% dos consumidores considera que as marcas são transparentes e honestas”.

De entre os inquiridos, 96% consideram a qualidade do atendimento um aspeto essencial para as marcas criarem uma relação de proximidade com os clientes.

Face a esta análise, a ConsumerChoice realça que “compreender as necessidades dos consumidores é fundamental para a construção de um relacionamento duradouro com as marcas”.

No que se refere às principais expectativas dos consumidores, em termos de experiência com as marcas, o estudo destaca que a qualidade dos produtos/serviços (25%) ocupa o primeiro lugar, seguida pela qualidade no serviço pós-venda (21%) e na oferta de preços justos (19%). Para o grupo etário dos 18 aos 25 anos, as promessas reais são mais valorizadas, sobretudo junto das mulheres e para o grupo etário dos 25 aos 34 anos é mais relevante o conhecimento das necessidades dos consumidores.

O estudo decorreu em janeiro deste ano, via online, junto de 567 consumidores com idades entre os 18 e mais de 64 anos e um painel de 63 profissionais de marketing de diferentes entidades.

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