Negócios com pronúncia do Norte

Já está nas bancas a edição de fevereiro/março da Forbes Portugal, em que os negócios e a inovação que se faz na região Norte de Portugal são os protagonistas. É inegável o contributo da região para a economia nacional, sendo que tem um peso de 30% no PIB português e uma importante veia exportadora. Optámos…
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O melhor que se faz no Norte nos negócios, na inovação e indústria está em destaque na edição de fevereiro/março. Nas capas estão a chairman do CEiiA, Isabel Furtado, o futebolista Diogo Dalot e o Chef Rui Paula.
Líderes

Já está nas bancas a edição de fevereiro/março da Forbes Portugal, em que os negócios e a inovação que se faz na região Norte de Portugal são os protagonistas. É inegável o contributo da região para a economia nacional, sendo que tem um peso de 30% no PIB português e uma importante veia exportadora. Optámos por fazer a capa com três representantes incontornáveis do Norte.

Numa das capas, um dos protagonistas é o CEiiA – Centro de Engenharia e Desenvolvimento, instalado em Matosinhos, mas que dá cartas a nível mundial no desenvolvimento de produtos para os sectores automóvel, aeronáutico e espacial. A charmain do CEiiA, Isabel Furtado, detalha em entrevista a estratégia que está no terreno e como a organização tem conquistado clientes de renome a nível internacional. E assume que os próximos anos do CEiiA serão de consolidação nas áreas onde atua.

Um dos nomes incontornáveis na seleção portuguesa e no Manchester United, é o bracarense Diogo Dalot que figura também numa das capas desta edição dedicada ao Norte. Aos 15 anos o atleta começou a acreditar que poderia fazer do futebol a sua profissão. Mas cedo também teve a noção de que haverá uma vida depois do futebol. Por isso, começou a aliar o futebol com uma carteira de investimentos que lhe vai permitir assegurar um futuro mais tranquilo.

A cidade do Porto viu nascer o Chef Rui Paula que não esquece os quitutes da mãe e da avó que o ensinaram a cozinhar. É outra das vozes a que damos destaque na sua revista. Hoje com duas estrelas Michelin admite que a sua cozinha é do mundo e que só se sentiu um verdadeiro Chef quando saiu da sua cidade para aprender cada vez mais em Espanha, França ou Inglaterra.

Entretanto consolidou o negócio no Grupo Rui Paula que detém três espaços, a Casa de Chá, o DOP e o DOC, todos na região do Douro e todos, como os classifica, “são restaurantes do mundo, porque por aqui passam todas as nacionalidades”. Irrequieto por natureza, garante em entrevista que não se vai ficar por aqui, até porque, 2025 será o ano de investir num novo projeto, desta feita, no turismo de habitação, com a construção de dez casas sustentáveis

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